Adeus ao Rei do Pop
Um astro vai embora para sempre, mas deixa sua marca e luz no coração de muitos fãs.
Foi com tristeza e desconsolo que milhões de pessoas deram adeus na última quinta-feira (25) ao rei do pop, Michael Jackson, que morreu em Los Angeles aos 50 anos.
O pequeno garotinho que aos 6 anos já emocionava com sua bela voz no grupo The Jackson Five, construiu uma carreira esplendorosa e ao mesmo tempo, muito polêmica.
Em 1972 lançou seu primeiro álbum solo “Got to be there”. Começava então uma trajetória de sucesso, tornando-o um recordista de vendas e público em suas apresentações.

Michael Jackson em apresentação de "Billy Jean". Imagem: Divulgação Internet
Quem nunca ouviu “Thriller” e se assustou com a risada maléfica de Vicent Prince ao final? Ou então dançou (ou arriscou imitar) os passinhos ousados de Jackson em “Billy Jean”? Querendo ou não, todos nós já tivemos um momento marcado pelas canções do pop star.
Ele “causou” demais durante sua vida, seja pelas metamorfoses constantes e muitas vezes bizarras pelas quais passava, seja pelos escândalos que marcaram sua conturbada vida pessoal. Parece que ele nunca deixou de ser uma criança, e por mais que o tempo passasse, queria continuar vivendo em sua “Neverland”.
O que permanece na memória de muitos (prefiro me encaixar nesse grupo) são os momentos “showman” de Jackson. Suas inovadoras e desafiantes coreografias, shows fantásticos e suas boas ações sociais (ele ajudou milhares de crianças carentes e famintas pelo mundo) serão sempre lembradas. Como não desejar um mundo melhor ouvindo ”Heal the World”?
Nos despedimos de um ícone, mas guardamos o que ficou de bom. Ousadia era seu sobrenome e saudade é o lema de hoje. E tenho certeza, o céu agora está mais pop do que nunca.
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